TAC de 5 milhões liga alerta para passivo trabalhista no Brasil

Uma recente decisão da justiça do Trabalho no Mato Grosso ligou ainda mais o alerta para empresas e centros logísticos frigorificados em todo o Brasil. Na decisão, um dos maiores frigoríficos do país foi condenado a pagar R$ 5 milhões pelo descumprimento de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) assinado pela empresa em 2013. O valor refere-se a multas pelo não cumprimento da pausa térmica de trabalhadores durante o período laboral.

Segundo Marcelo Lonzetti, Diretor da ztrax, esse tipo de processo tem se tornado comum na justiça brasileira e as empresas estão perdendo milhões:

“Muitas vezes as empresas até tentam cumprir a lei, mas sem a tecnologia certa, ou usando métodos antiquados como planilhas, não há comprovação, então, a derrota na justiça é certa” diz Lonzetti.

A lei da pausa térmica, prevista no Artigo 253 da CLT e na NR 36, garante ao trabalhador que atua em ambientes artificialmente frios ou que transita entre ambientes de temperaturas muito distintas uma pausa de 20 minutos a cada 1 hora e 40 minutos de trabalho. Esse intervalo deve ser computado como tempo de trabalho efetivo e destinado à recuperação térmica do corpo.

Um dos métodos que as empresas estão usando para eliminar o passivo trabalhista dessa atividade é o chamado “Kit Pausa Térmica”, um conjunto de sensores que automaticamente registram com exatidão a entrada, permanência e saída do colaborador das áreas frigorificadas, com um sistema criptografado, que não poden ser editado, gerando assim provas do cumprimento do cumprimento da lei:

“Processos como esse que o frigorífico perdeu não teriam o mesmo fechamento com a utilização dessa tecnologia simples e barata. A empresa estaria protegida, assim como o colaborador poderia atuar com maior tranquilidade sabendo que não estaria exposto a riscos de saúde” finaliza Lonzetti

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Escola Segura RS

Em maio de 2021 um crime chocou a pacata cidade de Saudades, interior de Santa Catarina. Três crianças e uma professora morreram a golpes de faca dentro de uma escola de educação infantil. O autor dos homicídios foi um rapaz de 18 anos, que acabou detido .

O ocorrido levanta a questão: o que professores e demais funcionários de uma escola podem fazer diante de tal cenário? A resposta mais óbvia é acionar equipes de segurança quanto antes.

Germano Medeiros, diretor comercial de uma empresa de segurança da grande Porto Alegre, percebeu a necessidade de uma resposta rápida para evitar tragédias como a de Santa Catarina e implementou o sistema ztrax Personal nas escolas atendidas por sua empresa na região metropolitana de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. O resultado foi imediato:

“Não havia um sistema efetivo para atender prontamente essas ameaças até então. Temos, em uma escola, dez professores com o botão de emergência discreto que, ao serem acionados, mandam um alerta para a central fazendo com que, no máximo em 5 minutos, uma viatura chegue ao local. Tudo online, sem que o agressor ou suspeito desconfie do alerta”.

Aluno armado acabou detido

Em uma das ocorrências, um professor desconfiou que um aluno estava armado. Quando a equipe chegou ao local e identificou o perigo real, acionou apoio de viaturas da brigada militar e da guarda municipal para fazer a condução do menor infrator e tomar as medidas cabíveis.

“O sistema de botão de pânico discreto trouxe mais segurança e agilidade na resposta das equipes de segurança. Antes, um professor tinha que se esconder no banheiro, ligar para o 190 e esperar por um tempo muito maior do que agora”, completou Germano.

Essa agilidade traz mais segurança para professores, funcionários, alunos e pais. Existe o sentimento de segurança. O equipamento já foi acionado três vezes nesta mesma escola e trouxe solução efetiva para todos os problemas alertados. Gerou ações efetivas quando preciso. Não é possível mensurar o número de crimes evitados, e nesse caso, essa é uma boa notícia.