Rondas de segurança exigem comprovação de execução em tempo real

Em um mundo cada vez mais conectado e com conversas diretamente no smartphone, as pessoas estão confiando cada vez menos em “promessas” de execução e buscam comprovações que possam ser acessadas e medidas em tempo real. Essa nova cultura agora chega na segurança privada.

Segundo Rigoberto Costa, diretor da ztrax, empresa pioneira em monitoramento de ativos e pessoas no Brasil, conta que antes as pessoas contratavam a segurança privada, seja para cuidar de suas casas e condomínios e confiavam que a ronda estava sendo executada, agora, esse cenário mudou:

Com a facilidade de acessos a informações, impulsionada por inteligência artificial, caixinhas inteligentes em que a conversa se tornou comum, não basta mais para as empresas afirmarem que algo está sendo feito, é preciso comprovar”.

Somente em São Paulo no primeiro semestre desse ano, dados da secretaria de segurança pública apontam uma média de 13 furtos e roubos diariamente, dado que faz com que a população vá em busca de soluções mais robustas e confiáveis para a proteção do patrimônio:

No caso de Ronda, a tecnologia ajuda a comprovar o efetivo cumprimento da segurança, número de vezes que o segurança passou pelo local, tempo de permanência e até mesmo a velocidade. Além disso, há a possibilidade de envio de alertas para a central de monitoramento de maneira discreta e rápida, aumentando exponencialmente a segurança dos moradores e dos próprios vigilantes” finaliza Costa.

Segundo dados do SEBRAE, no Brasil há pouco mais de 13 mil estabelecimentos ativos sob a CNAE geral de vigilância, segurança privada e transporte de valores, englobando matrizes, filiais e prestadores de menor porte, estabelecendo um mercado aberto para melhorias e tecnologia.

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Escola Segura RS

Em maio de 2021 um crime chocou a pacata cidade de Saudades, interior de Santa Catarina. Três crianças e uma professora morreram a golpes de faca dentro de uma escola de educação infantil. O autor dos homicídios foi um rapaz de 18 anos, que acabou detido .

O ocorrido levanta a questão: o que professores e demais funcionários de uma escola podem fazer diante de tal cenário? A resposta mais óbvia é acionar equipes de segurança quanto antes.

Germano Medeiros, diretor comercial de uma empresa de segurança da grande Porto Alegre, percebeu a necessidade de uma resposta rápida para evitar tragédias como a de Santa Catarina e implementou o sistema ztrax Personal nas escolas atendidas por sua empresa na região metropolitana de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. O resultado foi imediato:

“Não havia um sistema efetivo para atender prontamente essas ameaças até então. Temos, em uma escola, dez professores com o botão de emergência discreto que, ao serem acionados, mandam um alerta para a central fazendo com que, no máximo em 5 minutos, uma viatura chegue ao local. Tudo online, sem que o agressor ou suspeito desconfie do alerta”.

Aluno armado acabou detido

Em uma das ocorrências, um professor desconfiou que um aluno estava armado. Quando a equipe chegou ao local e identificou o perigo real, acionou apoio de viaturas da brigada militar e da guarda municipal para fazer a condução do menor infrator e tomar as medidas cabíveis.

“O sistema de botão de pânico discreto trouxe mais segurança e agilidade na resposta das equipes de segurança. Antes, um professor tinha que se esconder no banheiro, ligar para o 190 e esperar por um tempo muito maior do que agora”, completou Germano.

Essa agilidade traz mais segurança para professores, funcionários, alunos e pais. Existe o sentimento de segurança. O equipamento já foi acionado três vezes nesta mesma escola e trouxe solução efetiva para todos os problemas alertados. Gerou ações efetivas quando preciso. Não é possível mensurar o número de crimes evitados, e nesse caso, essa é uma boa notícia.