Acompanhamento por planilha dá lugar a tecnologia na Pausa Térmica

Uma cena comum em ambientes como câmaras frias, centros logísticos refrigerados: o acompanhamento da pausa térmica obrigatória por lei, somente controlado por planilhas manuais. A solução, arcaica para os dias atuais, vem sendo aos poucos substituída pela tecnologia.

O controle adequado das pausas térmicas obrigatórias é regulado pelo artigo 253 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e NR 36. De acordo com a legislação trabalhista brasileira, colaboradores expostos a temperaturas inferiores a 15°C têm direito a pausas de 20 minutos a cada 1h40 trabalhada. No entanto, muitas empresas têm dificuldades em comprovar o cumprimento efetivo dessa regra.

Segundo Rigoberto Costa, diretor da ztrax, o controle da pausa térmica vai além de problemas jurídicos que geram multas na justiça, influenciando diretamente na produtividade do trabalhador:

“Não só pela questão de lei, os funcionários precisam ter o tempo para descansar e recuperar a temperatura corporal. Se você não cumpre isso estritamente, você não está somente prejudicando a pessoa, mas também a produtividade, já que naturalmente ela terá uma baixa na qualidade do trabalho sem essa pausa”, diz Costa.

A tecnologia da empresa permite o acompanhamento em tempo real do trabalhador em câmara fria, o tempo de permanência na zona de descanso, gerando alertas tanto para o momento da pausa, quanto para o fim dela:

“Todos ganham. O trabalhador que tem a sua saúde preservada e a empresa que mantém a produtividade em alta enquanto a taxa de absenteísmo diminui. Além disso, a solução também gera dados invioláveis de cumprimento da pausa, que podem ser usados em casos jurídicos”, finaliza o diretor.

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Escola Segura RS

Em maio de 2021 um crime chocou a pacata cidade de Saudades, interior de Santa Catarina. Três crianças e uma professora morreram a golpes de faca dentro de uma escola de educação infantil. O autor dos homicídios foi um rapaz de 18 anos, que acabou detido .

O ocorrido levanta a questão: o que professores e demais funcionários de uma escola podem fazer diante de tal cenário? A resposta mais óbvia é acionar equipes de segurança quanto antes.

Germano Medeiros, diretor comercial de uma empresa de segurança da grande Porto Alegre, percebeu a necessidade de uma resposta rápida para evitar tragédias como a de Santa Catarina e implementou o sistema ztrax Personal nas escolas atendidas por sua empresa na região metropolitana de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. O resultado foi imediato:

“Não havia um sistema efetivo para atender prontamente essas ameaças até então. Temos, em uma escola, dez professores com o botão de emergência discreto que, ao serem acionados, mandam um alerta para a central fazendo com que, no máximo em 5 minutos, uma viatura chegue ao local. Tudo online, sem que o agressor ou suspeito desconfie do alerta”.

Aluno armado acabou detido

Em uma das ocorrências, um professor desconfiou que um aluno estava armado. Quando a equipe chegou ao local e identificou o perigo real, acionou apoio de viaturas da brigada militar e da guarda municipal para fazer a condução do menor infrator e tomar as medidas cabíveis.

“O sistema de botão de pânico discreto trouxe mais segurança e agilidade na resposta das equipes de segurança. Antes, um professor tinha que se esconder no banheiro, ligar para o 190 e esperar por um tempo muito maior do que agora”, completou Germano.

Essa agilidade traz mais segurança para professores, funcionários, alunos e pais. Existe o sentimento de segurança. O equipamento já foi acionado três vezes nesta mesma escola e trouxe solução efetiva para todos os problemas alertados. Gerou ações efetivas quando preciso. Não é possível mensurar o número de crimes evitados, e nesse caso, essa é uma boa notícia.