Lei da Pausa Térmica pode trazer mais produtividade.

O cumprimento das pausas térmicas, previstas na legislação trabalhista brasileira, está deixando de ser visto apenas como uma exigência legal e passa a ser entendido como um fator estratégico para aumento da produtividade e bem-estar dos trabalhadores.

Segundo o diretor da ztrax e especialista em RTLS, Marcelo Lonzetti, estudos recentes apontam que colaboradores que respeitam intervalos adequados em ambientes de baixa temperatura apresentam menor índice de fadiga, maior precisão em tarefas repetitivas e redução significativa de erros operacionais:

“A explicação é simples: períodos curtos de descanso permitem a regulação térmica do corpo, prevenindo queda na concentração, desconfortos físicos e riscos de doenças ocupacionais. Quando o trabalhador tem condições de recuperar a temperatura corporal, ele volta ao posto mais atento, com reflexos mais ágeis e menos propensos a acidentes” explica Lonzetti.

Além do ganho de performance, o especialista explica que há um impacto econômico relevante nas empresas que aplicam a pausa térmica com eficiência, como a redução da taxa de absenteísmo, ou seja, há menor número de faltas e maior produtividade:

“As empresas que já instalaram o chamado “kit pausa térmica”, por exemplo,  em que há o controle total da saída e entrada de funcionários em ambientes frios, relatam corte de custos com retrabalho, desperdícios e indenizações trabalhistas. Para setores como alimentos e logística refrigerada, em que a rotatividade de funcionários é alta, oferecer condições adequadas pode ser um diferencial na retenção de talentos” finaliza o especialista.

A NR 36 estabelece pausas obrigatórias de 20 minutos a cada 1h40 em ambientes de temperatura inferior a 15ºC, e muitas companhias estão ampliando essas práticas com medidas complementares, como salas de aquecimento e programas de ergonomia.

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Escola Segura RS

Em maio de 2021 um crime chocou a pacata cidade de Saudades, interior de Santa Catarina. Três crianças e uma professora morreram a golpes de faca dentro de uma escola de educação infantil. O autor dos homicídios foi um rapaz de 18 anos, que acabou detido .

O ocorrido levanta a questão: o que professores e demais funcionários de uma escola podem fazer diante de tal cenário? A resposta mais óbvia é acionar equipes de segurança quanto antes.

Germano Medeiros, diretor comercial de uma empresa de segurança da grande Porto Alegre, percebeu a necessidade de uma resposta rápida para evitar tragédias como a de Santa Catarina e implementou o sistema ztrax Personal nas escolas atendidas por sua empresa na região metropolitana de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. O resultado foi imediato:

“Não havia um sistema efetivo para atender prontamente essas ameaças até então. Temos, em uma escola, dez professores com o botão de emergência discreto que, ao serem acionados, mandam um alerta para a central fazendo com que, no máximo em 5 minutos, uma viatura chegue ao local. Tudo online, sem que o agressor ou suspeito desconfie do alerta”.

Aluno armado acabou detido

Em uma das ocorrências, um professor desconfiou que um aluno estava armado. Quando a equipe chegou ao local e identificou o perigo real, acionou apoio de viaturas da brigada militar e da guarda municipal para fazer a condução do menor infrator e tomar as medidas cabíveis.

“O sistema de botão de pânico discreto trouxe mais segurança e agilidade na resposta das equipes de segurança. Antes, um professor tinha que se esconder no banheiro, ligar para o 190 e esperar por um tempo muito maior do que agora”, completou Germano.

Essa agilidade traz mais segurança para professores, funcionários, alunos e pais. Existe o sentimento de segurança. O equipamento já foi acionado três vezes nesta mesma escola e trouxe solução efetiva para todos os problemas alertados. Gerou ações efetivas quando preciso. Não é possível mensurar o número de crimes evitados, e nesse caso, essa é uma boa notícia.