Exploração de “terras raras” exige tecnologia para segurança e produtividade

A gestão de equipes em setores de alto risco, como a mineração, enfrenta desafios logísticos e de segurança sem precedentes, especialmente em áreas abertas, remotas e com conectividade limitada. Com o aumento do mercado mundial pelas chamadas “terras raras”, o setor de mineração criou, nos últimos cinco anos, mais de 42.700 novos postos de trabalho diretos, representando um crescimento de aproximadamente 23% e abrindo uma lacuna crítica na segurança das equipes.

Para Marcelo Lonzetti, diretor da ztrax, empresa líder no segmento de monitoramento e gestão de equipes, a tecnologia de rastreamento desenvolvida especificamente para as condições adversas da mineração é essencial. A gestão precisa monitorar vastas áreas operacionais, conhecidas como “pátios”, onde a supervisão visual e a comunicação tradicional falham:

“O sistema provou ser um sucesso imediato em projetos piloto, garantindo não apenas a eficiência operacional, mas principalmente a integridade física dos colaboradores. A principal inovação da plataforma vai além do simples rastreamento, focando na gestão de segurança em situações críticas”, conta Lonzetti.

O desafio em áreas remotas não é apenas saber onde sua equipe está, mas como garantir que ela esteja segura e possa ser alertada instantaneamente em caso de perigo, evitando tragédias com barragens como as que vimos recentemente em Minas Gerais:

“Entregar ao setor de mineração uma ferramenta essencial para o futuro da gestão de risco operacional é estar alinhado às melhores práticas de ESG, mas também criar um ambiente produtivo e seguro para gestores e trabalhadores”, finaliza Marcelo.

 

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Escola Segura RS

Em maio de 2021 um crime chocou a pacata cidade de Saudades, interior de Santa Catarina. Três crianças e uma professora morreram a golpes de faca dentro de uma escola de educação infantil. O autor dos homicídios foi um rapaz de 18 anos, que acabou detido .

O ocorrido levanta a questão: o que professores e demais funcionários de uma escola podem fazer diante de tal cenário? A resposta mais óbvia é acionar equipes de segurança quanto antes.

Germano Medeiros, diretor comercial de uma empresa de segurança da grande Porto Alegre, percebeu a necessidade de uma resposta rápida para evitar tragédias como a de Santa Catarina e implementou o sistema ztrax Personal nas escolas atendidas por sua empresa na região metropolitana de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. O resultado foi imediato:

“Não havia um sistema efetivo para atender prontamente essas ameaças até então. Temos, em uma escola, dez professores com o botão de emergência discreto que, ao serem acionados, mandam um alerta para a central fazendo com que, no máximo em 5 minutos, uma viatura chegue ao local. Tudo online, sem que o agressor ou suspeito desconfie do alerta”.

Aluno armado acabou detido

Em uma das ocorrências, um professor desconfiou que um aluno estava armado. Quando a equipe chegou ao local e identificou o perigo real, acionou apoio de viaturas da brigada militar e da guarda municipal para fazer a condução do menor infrator e tomar as medidas cabíveis.

“O sistema de botão de pânico discreto trouxe mais segurança e agilidade na resposta das equipes de segurança. Antes, um professor tinha que se esconder no banheiro, ligar para o 190 e esperar por um tempo muito maior do que agora”, completou Germano.

Essa agilidade traz mais segurança para professores, funcionários, alunos e pais. Existe o sentimento de segurança. O equipamento já foi acionado três vezes nesta mesma escola e trouxe solução efetiva para todos os problemas alertados. Gerou ações efetivas quando preciso. Não é possível mensurar o número de crimes evitados, e nesse caso, essa é uma boa notícia.