Deficientes auditivos são beneficiados com tecnologia de monitoramento

A sirene começa a tocar em uma grande área como mineradora, sinal de que algo está errado, os funcionários começam a evacuar a área, mas será que todos estão saindo? Não, deficientes auditivos não conseguem ouvir essa sirene e se tornam mais vulneráveis a tragédias.

Marcelo Lonzetti, Diretor da ztrax Monitoramento conta que, até mesmo por força de lei, as empresas contam cada vez mais com deficientes auditivos em suas operações e eles também precisam ser protegidos:

“É preciso que as empresas cumpram a lei na contratação de pessoas com deficiência, caso dos auditivos, mas é também preciso que elas tenham o mesmo grau de proteção com todos, por isso, diretores estão cada vezes mais se preocupando em ajustar suas operações para melhor atendê-los.” conta Lonzetii.

Segundo o diretor, uma tecnologia de monitoramento precisa, como o RTLS (real time location system), mantém o controle sobre a localização exata de pessoas e ativos em tempo real, em caso de tragédia, como a queda de uma barragem por exemplo, somente o alarme tocando não mantém todos seguros, é preciso integrar soluções tecnológicas para a real proteção das pessoas:

“Quando entregamos a tecnologia para um grande parceiro de mineração não tínhamos essa visão, então, em uma visita de campo com um dos integradores percebemos a necessidade, adaptamos e agora todos os funcionários podem trabalhar com maior segurança” finaliza Marcelo.

Segundo dados da  ANM (Agência Nacional de Mineração), o setor mineral gerou 221.700 empregos diretos formais em 2024 e destes, ao menos 5% eram de pessoas com algum tipo de deficiência.

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Escola Segura RS

Em maio de 2021 um crime chocou a pacata cidade de Saudades, interior de Santa Catarina. Três crianças e uma professora morreram a golpes de faca dentro de uma escola de educação infantil. O autor dos homicídios foi um rapaz de 18 anos, que acabou detido .

O ocorrido levanta a questão: o que professores e demais funcionários de uma escola podem fazer diante de tal cenário? A resposta mais óbvia é acionar equipes de segurança quanto antes.

Germano Medeiros, diretor comercial de uma empresa de segurança da grande Porto Alegre, percebeu a necessidade de uma resposta rápida para evitar tragédias como a de Santa Catarina e implementou o sistema ztrax Personal nas escolas atendidas por sua empresa na região metropolitana de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. O resultado foi imediato:

“Não havia um sistema efetivo para atender prontamente essas ameaças até então. Temos, em uma escola, dez professores com o botão de emergência discreto que, ao serem acionados, mandam um alerta para a central fazendo com que, no máximo em 5 minutos, uma viatura chegue ao local. Tudo online, sem que o agressor ou suspeito desconfie do alerta”.

Aluno armado acabou detido

Em uma das ocorrências, um professor desconfiou que um aluno estava armado. Quando a equipe chegou ao local e identificou o perigo real, acionou apoio de viaturas da brigada militar e da guarda municipal para fazer a condução do menor infrator e tomar as medidas cabíveis.

“O sistema de botão de pânico discreto trouxe mais segurança e agilidade na resposta das equipes de segurança. Antes, um professor tinha que se esconder no banheiro, ligar para o 190 e esperar por um tempo muito maior do que agora”, completou Germano.

Essa agilidade traz mais segurança para professores, funcionários, alunos e pais. Existe o sentimento de segurança. O equipamento já foi acionado três vezes nesta mesma escola e trouxe solução efetiva para todos os problemas alertados. Gerou ações efetivas quando preciso. Não é possível mensurar o número de crimes evitados, e nesse caso, essa é uma boa notícia.